sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Questões pessoais nada relevantes.

Sabe quando pensamos que sabemos tudo ? e na verdade nao entendemos nada?, pois é... É assim que eu me sinto as vezis, talvez por pensar de mais, algo que eu realmente nao sou muito bom.
Vejo tanta miséria, tanta crueldade, tanta coisa boba nesse país, que ninguém consegue perceber a merda que é.
Sabe, problemas pessoais nao são apenas fatos que devam ser deixados para trás assim que resolvido, pois são coisas nesse sentido que nos fazem mudar de ideia a cada instante, a cada momento, a cada segundo. É impossivel dizer que você nao é assim, quantas vezis você já parou e pensou nas merdas que fez, a quem prejudicou, ou então a quem maguou. Pequenos gestos se transformam em grandes atitudes, não sei da ondi eu ouvi isso, mas eu gostei, me fez pensar bastante nas merdas que eu fiz, pensar no que eu poderia ter feito pra melhorar minha vida, ou até mesmo dar um empurrãozinho naquela hora que eu precisava, mas logo que me vejo pensando de mais acabo saindo pra entender certas coisas. Olho para o relogio, são 20:00hs, e nao tenho nada para fazer a não ser ficar na frente do pc, e me sentir como sempre uma pessoa hereditaria que n faiz nada da vida. Resolvo mudar o lado da historia naquele momento, quem sabe me divertir um pouco e nao me sentir tao cansado de tudo. Ligo para ela, e pergunto se ela está afim de sair, ela me diz que vai ter noite metal na LedSlay, hum que bom, mas que diacho é isso ? Uma balada? pensava eu em algo mais sutil pra nois dois, mas seja lá o que for, eu topo. Tudo para sair dessa vidinha monotoma.
Já eram 21:45 e lá estava eu esperando no Metro Armenia ela, e nada. Até então que meu celular toca e ela me informa que não poderia ir. Que maravilha, desgraçada!, mas quer saber ? quem tá na chuva é para se molhar, sorte minha que eu havia me informado no site, como chegava no estabelicimento. E lá fui eu, em direção ao metro Carrão, sabia que era perto dali, mas n tinha ideia do "perto". Já eram 22:10 e eu estava no metro, tentando me informar como chegar na tal LedSlay, até que então um grupo de rapazes mal vestidos, cabelos bagunçados calças rasgadas resolveram passar por perto. Graças a Deus Roqueiros !, vou seguilos quem sabe eu não encontro a LedSlay. Muitos poderiam dizer o porquê eu apenas nao perguntei ondi ficava, eu não sei, talvez pq naquele momento eu já estivesse mais puto com a vida do que com qualquer outra coisa, e ao imaginar que falaria com pessoas diferentes que estavam aparentemente drogadas, me fez tomar certa preucação, eu sabia que minha atitude nao era uma das melhores, inclusive quando percebi que estavamos a + de 15 minutos caminhando e eu n via nenhuma movimentação normal na rua, e quando menos espero aquelas pessoas entram em um bar, que maravilha, tomei no cu bem tomado? ou apenas me perdi? não pq quem tem boca vai a roma, ou pelo menos até o metrô. Continuei andando naquela avenida imensa, quando começou a garoar, perfeito pra piorar começa a chover forte, mas isso não estava abalando muito meu humor, já que naquele momento ele estava negativo. Foi então que tive a maravilhosa ideia de ficar em baixo de uma cobertura, pra esperar a chuva parar. Mas olha, quem eu encontro, os roqueiros novamente passando e cantarolando alto, por perto de min, como se não houvesse nenhum pudor, dizendo coisas que não são muito agradaveiz a qualquer pessoa de familia ou de bem, mas quais eu já estava perfeitamente acostumado, pois os palavriados em casa nunca foram tão perfeitos. Foi ai que escutei baixo, pois eles já estavam meio longi, a frase certa. "Será que a LedSlay vai tar bombando ?", uauuu aquilo apareceu no momento certo e sem pensar 2 vezis tornei a segui-los naquela chuva, pois sabia que realmente estava no caminho certo. Foi ai que percebi uma leve movimentação em um lugar, finalmente cheguei, aqui estou eu LedSlay, Nada de demais comparado a outros lugares que já frequentei, mas estamos ai, vamos curtir. Pra começar pegue uma ficha no caixa, "uma cerva por favor, - tome aqui, proximo! ", sem muito o que pensar já eram 23:15 e uma banda estava tocando, fui lá para dentro, tentar escutar, me sento em uns degraus que tem ali por perto, e fico a paisana viajando no som, bom, muito bom, mas claro era MotorHead!, Yeah! não aguentei e comecei a mexer a cabelera, ou quase, já que n estava grande. Droga cerveja acabando, hora de pegar mais uma, "uma cerveja por favor" foi quando escutei "essa merda não está como antigamente", uma garota com aparencia mais velha do que eu costumava conhecer, olhando bem ela aparentava uns 35 anos, mas nao demorei muito para poder estar conversando com ela e descobrir que a idade dela era 28, o que não me surpreendeu muito já que percebi que ela se mantinha ligada somente com cigarros, e outros tipos de drogas, mas não era uma pessoa má, talves sim ela fosse uma pessoa má por comprar pó e maconha, mas se pararmos pra pensar quantas pessoas fazem muito mais mal a nós do que ela, tantos politicos corruptos que se beneficiam de nossos salarios, de nossos esforços, de nossa dignignidade para poderem comprar uma casa no Jardins, um Ap. no Morumbi, ou até mesmo aquele Civic do ano blindado, então por que vou me importar por aquela mulher comprar as drogas dela, quem vai morrer é ela e não eu. Continuamos a conversa, descobri que seu nome era Cristina, e que tinha uma filha de 6 anos, chamada Jessica, mas o que eu tenho a ver com tudo isso penso eu, eu que fui para lá pra poder eskecer da minha vida e tentar me divertir um pouco mais com as merdas do cotidiano, agora me encontrava sentado ali do lado de uma mulher que eu acabara de conhecer e escutando todas as merdas possiveis de sua vida, mas o que eu poderia fazer? dizer que tudo aquilo nao me importava? Fingir que tudo que ela falava sobre as desgraças e o cotidiano dela, não chegavam a ser parecidos com o meu? veja, ela ficava o dia inteiro trabalhando em casa, já que morava com a Mae, enquanto limpava a casa, cuidava de sua filha, a mãe que já era aposentada, não queria nada mais do que atenção, e respeito. O que me pareceu muito comun a min, já que eu vivia com a minha mãe e tinha que aturar suas crises de loucuras, varias vezis, escutar que era um vagabundo, e que ficava a noite toda no computador, oras bolas que mal tinha nisso? já que eu ainda estava estudando e nao era dependente dela, pq sempre fazia meus corres, e eu mesmo conseguia meu dinheiro. è nem sempre as coisas são como nós queremos, e eu já estava ficando cansado de papo furado, quando derrepente escuto "não vamos beijar?", olhei para ela e nao conseguia imaginar eu beijando ela, mesmo porquê não me atraia em nenhum momento, foi o que eu expliquei para ela, mas nao entendi muito pq eu levei um empurrao dela enquanto ela saia furiosa, talvez seja pq eu tenha dito que ela não estava nas melhores condições para fazer tal pedido? independente do que seja, o que eu não queria muitos estavam ali babando de sede, sei pq após alguns instantes encontrei ela aos amassos com um rapaz, bem talvez eu tenha feita a pior parte, aturar toda a loucura dela, e dizer que a vida nem sempre passa a mao em nossas cabeças que o mais importante e olhar pra frente e sempre seguir em frente. Minha bondade do dia já estava feita. Voltei para dentro do salão pra tentar escutar o que tocava, e não me parecia algo muito bom, meio melodico e com um tom de lá, hum entendi era Iced Earth que tocava, mas como eu não percebi o tanto de tempo que eu perdi com aquela mulher, pois conversando com ela nao escutei duas bandas tocarem, justamente as duas malditas bandas na qual eu esperava tanto Slayer e Pantera, mas fazer o que, é a vida. Após algum tempo olhei o relogio e percebi que eram 4 horas da manhã, e então resolvi voltar para casa, quando através de alguns comentarios escutei que a banda cover de Pantera ainda não havia tocado!, o que me fez sentir uma alegria interna, e uma vontade imensa de gritar ! foi o que eu fiz " YEAHHHHHHHHHHHHHHHHH".
Bom, e lá vamos nós, musicas? repertorios? não me lembro muito bem, talves seja por eu ter agitado tanto a cabeça enquanto gritava e cantava junto com a banda, as que eu me lembro, seguem aqui: By Demons Be Driven; Hard Lines, Sunken Cheeks; Hellbound; Mouth For War e Cowboys From Hell.
Maravilha, já eram 5:15 e eu estava acabado, afim de voltar para casa e deitar apenas para poder descansar um pouco pois eu sabia que meu tiu iria sair de manhã e chegaria bebado para encher o saco de todos, e foi o que eu fiz, não aguentava andar tudo o que eu andei para poder voltar ao metro, tive a ideia de pegar um taxi, mas oras eu n tinha dinheiro suficiente. Ai comecei a perguntar, se alguem ai iria para o metrô, até que consegui achar um grupo de 3 meninas que tbm estavam com a ideia de ir para o metrô de taxi, e sem muita enrolação entrei no assunto e perguntei se poderia ir com elas, no começo acharam estranho, mas logo concordaram. Dali até o metrô fechamos por 15 reais, com o motorista o que saiu cerca de quase 4 reais para cada um, não pensei muito em conversa fiada, pois o que eu queria mesmo era apenas descansar para poder entender as porcarias do dia, então nao tive intenção nenhuma de pegar telefone, msn ou orkut daquelas garotas, o que me bateu certo arrependimento depois mas você acaba se conformando depois.
Graças a deus estou no metro, lá vou eu de volta para minha terra, minha casa, meu aconchego. Já eram mais de 8 da manhã, e eu estava apertando a campanhia de casa, pois havia esquecido a chave, e na rua, o bom dia do vizinho, o latido do cachorro, enquanto esperava alguem vir abrir a merda do portão para eu poder entrar, tomar meu banho e descansar. Foi o que aconteceu, meu vô abriu o portão, sorrindo e em seguida um bom dia meu filho, aconchegante. O que me fez parar e pensar o que estava havendo comigo, eu sempre me queixava das coisas, mas muitas vezis não percebia o amor nas pessoas, em seguida me disse, meu filho antes de dormir venha tomar um café da manhã, foi o que fiz, sem muito o que falar, apenas escutando o sonzinhu que estava ligado enquanto tocava Hotel California, ele fazia aquele cafézinho fresquinho, estava eu novamente pensando, talvez tudo aquilo fosse para ele ter um companheiro de manhã no seu cafezinho, ou até mesmo para poder me falar alguma coisa importante, mas não! eu estava errado, aquilo tudo era apenas para eu me sentir bem, e conseguir ir durmir relaxado. Após o café, eu o agradeci, subi, tomei meu banho e fui me deitar, tentando entender o porque daquela situação e ocasião. O que me pareceu muito diferente do que eu estava acostumado a pensar e achar, mesmo sabendo que tudo aquilo que aconteceu comigo naquela noite foi passageiro, que mais merdas iriam acontecer, que mais bebidas iriam rolar, e que todas as dificuldades que eu já havia passado provavelmente seriam apenas o inicio para enfrentar os meus verdadeiros problemas. E no meio de tantas ideias dolorosas, verdades nada aconchegantes, e mentiras nada ilusitadas, somente uma coisa que pensei conseguiu fazer com que eu adormecesse tranquilamente, Foi o "bom dia meu filho" de meu avô.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Verdades Descobertas pela Melhor Maneira.

Me vejo parado em frente ao computador, pensando o que fiz de bom nos ultimos tempos...
Relembro que as coisas mais emocionantes que aconteceram em minha vida, foram feitas por impulso, pois somente assim consegui ver o quão rude e idiota já fui.
Ai me lembro da minha primeira noite, numa balada, muitos dizem que n chega a ser uma balada, mas naquela epoca para min foi como realizar um sonho, no qual eu sempre sonhei e nunca pude realizar, por motivos pessoais, (Familia). Mas voltando ao assunto, lembro como se fosse ontem.
Meu primo tentando convencer a minha mãe a deixar eu ir para um barzinho, em alguma das esquinas perto do Metro Carandiru (SP), chamado Splash. Minha mãe como sempre dizendo que não, que não era lugar de garotos da minha idadae frequentar e tudo mais, normal para a maioria dos garotos de 14 anos.
Mas eu não conseguia entender o porquê. Parava e pensava... Talvez na cabeça dela eu ainda fosse um garotinho limpo, sem pudor, e sem desejos, que no fim das contas poderia se tornar um tanto quanto perigoso.
Mas uma coisa que é fato, pois eu nunca fui santo, enquanto ela ia nas reunioes de escola eu estava na casa das minhas primas brincando de medico com elas, ou talvez algo mais.
Nunca fui santo, sempre soube o que acontecia, aprendi a entender muito bem as coisas des de pequeno, talvez ela não saiba, mas eu já era muito mais homen do que muitos de 20 anos ou mais. Mas isso é um fato que provavelmente será explicado em outra ocasião.
De volta ao assunto...
Meu primo jogando todas as ideias possives para conseguir convencer minha mãe a deixar eu ir no bar, escutar um sonzinho beber umas latinhas de guaraná, e voltar para casa antes do amanhecer. Até hoje não sei como ele conseguiu convence-la, acredito que na verdade o que convenceu ela, foi o fato do meu padastro estar mais cedo em casa, e provavelmente muito afim de ter alguns orgasmos com ela.
O fato é que ela autorizou ! Fazendo com que meu primo assinasse todos os tipos de preucauções do mundo, para assim eu poder curtir minha primeira balada.
Vocês me perguntam, e eu respondo, sim fiquei muito feliz, inclusive com o fato de meu primo ter 18 anos e me incentivar a tomar meus goles de cerveja !.
Estamos lá, em uma esquina qualquer onde encontramos alguns dos amigos dele, tipico roqueiros, cabeludos, com calça rasgada, com 1 garrafa de cerveja na mao e na outra mao um cigarro, o que já nao era tao familiar para min.
Após as apresentações, começaram as provocações.
"Hum, carne nova no pedaço, vai ter que provar do bom e do melhor." Sim, foi ai que tive minha primeira oferenda com drogas, não digo que é ruim, mas vivenciei a vida toda pessoas importantes para min caindo e sofrendo, diante desses males, e nao queria me tornar mais um nessa vida a rastejar por um back, ou por uma cheiradinha na coca, e com uma simples resposta desenhei o rumo da minha vida, pois sabia que eu era muito mais forte apesar dos apesares.
Não vou dizer que não experimentei, sim, concerteza mas não nesse dia, não nessa ocasião, nao nesse momento.
Após todo o lero-lero, fomos para o tão clamado bar chamado Splash, onde haveria uma bandinha cover de Guns 'n' Roses.
Não foi nada de mais, um pouco de medo, simplesmente pelo fato de encontrar pessoas diferentes, habitos diferentes e atitudes diferentes. A maioria lá não sabia o que estava fazendo, alguns estavam apenas para poder dizer no dia seguinte que pegou uma minazinha, que a chupou e que eles meteram no beco do bar, outros estavam apenas para poder fumar seu Baseado, beber sua cerva, e cair na calçada enquanto vomita e fica filosofando sobre a vida. Outros mais diferentes ainda, gostavam de contrariar a ideia de que todos são livres pra fazer o que quiser como quiser e quando quiser, apenas por ver as diferenças dos corpos, estilos, atitudes e pelo fato de uma pessoa ser diferente do que eles acostumavam acreditar que era o correto, era o suficiente pra começar uma boa briga.
Sim não acaba por ae, pois o melhor ainda está por vir.
Eu não sabia que horas eram, estava com sono, enjuado do som que estava tocando, infeliz com a banda que tocou, pois o vocalista nao tinha estilo, nao tinha voz e alem do mais era totalmente diferente do que eu acreditava que fosse, assim sendo nao estava no pique, quando derepente, surge um dos amigos do meu primo, com uma garota ao seu lado e diz para min.
"Veja ela quer te conhecer", pois bem , não demorou muito para que a garota começasse a me alisar e me beijar. Acredito que ela tinha em torno de 15 - 16 anos, pois não havia muito o que ver nela, não era uma garota feia, mas muito fraca das ideias, cheirando a cigarro e a pinga. Foi ai que comecei a pensar, estaria eu aceitando a regra dakela noite? me submetendo a viagem para um destino que sei la como iria acabar, ou negaria todos os meus desejos carnais e tiraria a mao da bunda dela?, pois é optei pelo melhor caminho, ou pior depende de pessoa para pessoa, fomos para o beco e rolou algo que eu não me arrependo, mas que cheguei a tremer na base.
Sim gozei ali em um beco escuro, com uma garota agachada fazendo o que vcs já conhecem muito bem. E nao me arrependo disso.
Após isso voltamos para o bar e eu sem muito com o que pensar, já estava pra lá de bagdá, sem um pingo de pudor, tentava curtir o resto da noite com a presença dakela pequena sugadora, ela continuou ali, bebendo, fumando, e eu a acompanhando com um copo de cerveja.
Não sei quantas eu tomei, mas sei que foi o suficiente pra perceber que estava começando a girar as coisas. Meu primo com uma garota ali no canto, a largou e correu pra perto de min, me puxando pra fora do bar e metendo o dedo na minha garganta para eu vomitar. É ele conseguiu, mas isso nao me fez me sentir melhor, pelo contrario senti muita fome, e as coisas nao parava de girar. A garota que estava comigo, agora estava se esfregando com outro cara, a procura de mais diversão, e eu estava ali na esquina sentado esperando a tontura passar e aguentando a pressão da zoação dos amigos do meu primo.
pois bem , já eram 4:30 da manhã e os onibus, começaram a circular, foi ai que meu primo teve a maravilhosa ideia de irmos embora. Lembro como se fosse hoje, pois nunca esperei um onibus tão ancioso como naquele dia, o onibus que demorou mais de 50 min pra passar, numa das ruas perto do carandiru. Era ele Jd. Brasil 177c. Obrigado senhor.
Em casa por volta das 7 horas da manhã, ainda meio tonto, minha mãe estava durmindo e roncando como sempre, e no quarto, um singelo teor de sexo no ar, mas o qual eu n estava nem um pouco interessado em desvendar.
Dali tomei meu banho, e fui durmir. Acordei por volta das 14:00 com uma tremenda dor de cabeça e uma sede desgraçada. Logo em seguida minha mãe me chama para comer algo e me pergunta, " Foi bom a balada? " com um sorrigo maroto no rosto, aposto que não foi tão boa quanto a noite que ela passou se esfregando no meu padrasto, mas acredito eu que consegui aprender e descobrir muitas das coisas que eu sempre quis saber, ai parei pensei um pouco,e descobri que realmente estava feliz com tudo o que tinha acontecido, e estava ancioso para poder curtir outras noites como essa, pois pra muitos pode parecer nao ser grande coisa, mas pra min foi muito bom vivenciar aquilo, ainda mais sabendo que minha vida estava realmentecomeçando ali, virei pra ela e respondi com toda felicidade do mundo. "Foi maravilhosa".